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DeROSE Community Meeting 6a Edição

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TEMA GERAL

Protagonistas do futuro – os atores da sustentabilidade ambiental: governos, empresas, pessoas

Como governos, empresas e pessoas estão transformando os modelos de produção e consumo para garantir uma vida melhor hoje e preservar o direito das gerações futuras satisfazerem suas necessidades?

Programação

19h30 – Agenda 2030: Não deixar ninguém para trás – Carlo Linkevieius Pereira / Diretor Executivo da Global Compact Network (ONU)

19h55 – Engenharia Circular: Nada é lixo; tudo, até o inimaginável, pode ser transformado – Guilherme Brammer / CEO e Fundador da Boomera

20h20 – Negócios de Impacto Positivo – Alex Seibel / Empreendedor Social e Ambiental – Positiv.A / ARCAH

20h40 – Intervalo

21h – Reinventando Mercados – Leandro Mendes / CEO e Fundador da Behind the Foods

21h 25 – A Vida intencional – Como Descomplicar Escolhas Conscientes / Liz Franzotti – Digital influencer

21h45 – Talk Show

 

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A CRISE AMBIENTAL

Segundo o relatório da Global Impact Network, estamos explorando o ar, água, terras agricultáveis e capacidade de absorção de resíduos, 50% a mais do que a Natureza é capaz de regenerar. E essa, é a média mundial; se a humanidade consumisse como um paulistano, precisaríamos de 2,5 planetas para suprir tais demandas de recursos naturais. Em 20 anos, teremos mais 3 bilhões de pessoas entrando no mercado de consumo em massa nesse mesmo formato; desenfreado, leviano, alienado, desajeitado.

E apesar de tanta agressão, acredite, o meio ambiente estará bem. A Terra tem 3,5 bilhões de anos e já passou por transformações brutais, reciclando espécies e ecossistemas. Então, manter nosso comportamento predatório, é jogar contra nós mesmos e ameaçar a sobrevivência da espécie humana.

É urgente haver uma mudança radical no modelo de produção e consumo para que possamos viver melhor hoje e garantir o direito das gerações futuras satisfazerem as suas necessidades.

 

O ponto de ruptura

Em 2015, em Nova York, representantes dos 193 Estados-membros da ONU comprometeram-se com o desenvolvimento sustentável. O resultado foi a agenda 2030: um plano de ação, com objetivos e metas claras para melhorar a vida das pessoas agora e no futuro.

Uma nova era pós-2015 exige uma nova visão e uma estrutura responsiva. O desenvolvimento sustentável – impulsionado pela integração do crescimento econômico, justiça social e sustentabilidade ambiental – deve se tornar o nosso princípio orientador e procedimento operacional padrão. – diz o documento “Uma vida digna para todos”, lançado pela Cúpula da ONU, em 2010.

A Agenda 2030, é um plano para governos, sociedade, empresas, academia e indivíduos, atuarem em coalizão e construir um cenário suficiente para todos para sempre.

 

Os protagonistas do futuro

Aqueles que vão ditar as novas regras de produção e consumo, movimentar mercados, representar e rentabilizar o novo estilo de vida, são os protagonistas do futuro: empresas e indivíduos .

 

Empresas

Líderes da economia inteligente, hiperconsciente, integrada ao cenário natural

As empresas têm o maior potencial de impacto sobre essa agenda; são o motor da mudança. Das 200 instituições com o maior PIB do mundo, 154 são empresas. E no movimento dos mercados, sustentabilidade é tendência das próximas décadas. Com ainda poucos players trazendo soluções verdadeiramente sustentáveis, além de ser um ideal nobre, é uma oportunidade de negócio extraordinária.

Trilhões de dólares estão migrando de geração e chegam às mãos dos Millenials. Mais conscientes das consequências do comportamento humano no meio ambiente e na sociedade, os novos donos do poder econômico vão impactar o consumo e as empresas sustentáveis serão beneficiadas. De fato, fazer o bem, é o melhor negócio!

Sem dúvida, os líderes dessa economia inteligente, hiperconsciente, integrada ao cenário natural estão em foco. A mobilização de países e instituições nessa temática tem educado, cada vez mais, a população a procurar alternativas de compra consciente. Ofertando valor em produtos e serviços que representam eficiência financeira e perenidade de recursos para o consumidor, as empresas sustentáveis vão ditar as novas regras de produção e consumo e tornar obsoletos os modelos de negócio linear e multiplicadores de escassez.

 

Indivíduos

Consumir para viver ou viver para consumir

Nos tornamos um planeta urbano em 2009, ou seja, a maior parte da população mundial, vive nas cidades. No Brasil, os centros urbanos concentram 85% da população e chegarão a 90% em 2030. Geração de resíduos, consumo de energia, poluição do ar e água, infraestrutura ineficiente são alguns dos problemas que enfrentamos nos centros urbanos.

Seja quais forem as soluções que encontrarmos para sustentabilidade ambiental, a resposta precisa vir do estilo de vida dos habitantes urbanos e movimentadas por todo o seu poder econômico e força social. É preciso deixar de sermos expectadores de uma grande catástrofe e trazer a questão para todos os assuntos que permeiam a nossa rotina.

Dentro das paredes das nossas casas, somos poderosos agentes da sustentabilidade ambiental. Nosso papel é rever mindset, buscar informação e fazer melhores escolhas… diariamente. E a verdade é que não precisa ser trabalhoso nem complicado. Na reeducação da vida em nossos lares, vamos descobrir que é fácil, prazeroso e financeiramente perspicaz aplicar atenção e ação às condições sistêmicas de consumo e descarte.

 

Nosso encontro

A sexta edição do Community Meeting posiciona os holofotes em quem está colocando a mão na massa para transformar a forma como produzimos e consumimos.

 

Serão 5 palestras, impactantes, com os protagonistas do futuro:

Carlo Linkevieius Pereira – Diretor Executivo da Global Compact Network (ONU)

Guilherme Brammer – CEO e Fundador da Boomera

Alex Seibel – Empreendedor Social e Ambiental – Positiv.A / ARCAH

Leandro Mendes – CEO e Fundador da Behind the Foods

Liz Franzotti – Digital influencer

 

Vamos discutir:

  • no âmbito global, o que tem sido proposto pelas grandes instituições e órgãos reguladores;
  • como podemos convergir a agenda global em ações efetivas tomadas por empresas e pessoas;
    a reinterpretação de sucesso e valor para empresas, resgatando o motivo da existência de uma companhia: suprir uma demanda real da sociedade;
  • modelos disruptivos de negócio, que vão ditar as tendências de consumo consciente;
  • mão na massa: trazer informação e direcionamento para que na dimensão dos nossos lares possamos nos reeducar à uma vida mais lúcida, reaprendendo a fazer escolhas de consumo e descarte de forma descomplicada

*O encontro é o terceiro da série que apresenta o tema geral “Ponto de ruptura: a reinvenção do indivíduo e da sociedade”. Essa discussão tem com origem a ideia de crise civilizatória – conjunto de problemáticas que afetam todo o planeta, nos dias de hoje, e englobam as dimensões econômica, social, política, ambiental, ética e de valores. O objetivo é contribuir para o despertar da consciência coletiva e a reorganização da sociedade, reinserindo o ser humano no centro do processo de desenvolvimento e promovendo mudanças universais

 

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